Gala da GQ Man of the year 2016

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Eis que chega um dos eventos mais aguardamos do ano. A GQ Man of the year é uma noite de elegância, talento e celebração, sempre sob o cunho de distinção da marca. 

Coincidentemente, o evento acontecera no dia de estreia do programa A tua Cara Não Me é Estranha, fazendo com que eu evitasse ir à red carpet e à gala em si. O egoísmo falou mais alto e para mim era por demais necessário ver a figura que tinha feito. 

A minha belíssima amiga Regina veio buscar-me pelas 23:00 e lá fomos nós desbravar o tempo chuvoso, rumo ao glamour de um sábado em Cascais. 

Pelo caminho conversámos sobre os nossos projectos e venturas, sobre solidão e desamor. Ela estava deslumbrante como sempre e eu em digestão das consequências da estreia do programa. 

Quando chegámos avançámos em passo rápido para fugir aos aguaceiros e fomos rapidamente recebidos pelo meu estimado Paulo Subtil que nos mandou entrar. Na festa encontrei o DJ Ari a quem cravei para carregar o telemóvel. A minha amiga Anastasiaa ia acompanhada de uma bonita fotógrafa estrangeira que fez questão de nos registar a noite. O Rui Vilela juntou-se ao grupo e rapidamente o astral efervesceu. Entre gins e vodkas fomo-nos cruzando com vários conhecidos, intercalando a socialização com momentos de dança na pista e cigarros fumados no exterior. 

Parabenizei o meu querido José Santana por mais uma vitória que atesta a excelência da GQ, que de há um ano para cá viu uma nova luz através de uma gestão independente e rigorosa. 

A GQ não é uma revista de mulheres nuas para homens. É um manual de classe, cultura e tendência. É um manifesto ao melhor da vanguarda, mantendo o respeito pela tradição e pela honra do percurso. 

Kelly Bailey é um estrondo de miúda. Andreja Pejic uma deusa. 

Olivia Ortiz uma certeza. 

Para o ano há mais. 

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