A falta de Graça em torno do género

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Tenho cá para mim que a Dra. Graça devia mas era agarrar-se ao futuro do país e dedicar-se ao trabalho, deixando a sua fluência sexual para o pelouro privado, vivendo-a nos seus tempos livres de forma individual e como bem entenda. O mesmo se aplica à Porto Editora cuja direcção editorial deve ser pensada através de um testículo. As crianças não pensam com o pipi nem com a pilinha e como tal a aprendizagem deve ser apresentada de maneira equitativa, independentemente do formando que a leve a cabo.

É aterrador pensar que ainda catalogamos as pessoas pelo que elas possam ter ou meter no meio das pernas. Ocupem-se com valores essenciais como a honestidade, a dignidade, o respeito e o bom trato. O resto…é o resto.

Alimentamos a ignorância alheia quando damos destaque a não-questões. Quando justificamos ou damos saliência às mesmas estamos a compactuar com uma compartimentação absolutamente deplorável da nossa comunidade com base em factores que devem ter uma completa irrelevância na forma como vemos e tratamos os demais.

Deixem-se de merdas!

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